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Michel FazolinMichel Fazolin - Em nome da A Mais Web Internet, estou feliz em poder entregar um Por...

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Um breve resumo...

A primeira ocupação humana da região de Jaguariúna, como a de todo o continente americano, foi de povos ameríndios. A partir do século XVII, a região passou a ser frequentada por bandeirantes a caminho de Goiás e Mato Grosso, provenientes de São Paulo. Na mesma época, começou a ser plantada cana-de-açúcar na região. Os canaviais cederam lugar às plantações de café, no século XIX. Em 3 de maio de 1875, foi inaugurada a estrada de ferro ligando Campinas a Jaguari, margeando o Rio Jaguari. Na região então denominada Jaguari, existia uma grande fazenda de propriedade do coronel Amâncio Bueno chamada Fazenda Florianópolis. Na década de 1880, o coronel loteou a fazenda e propiciou a instalação, no local, de imigrantes portugueses e italianos. Em 19 de fevereiro de 1892, foi criada a Paróquia de Santa Maria, em Jaguari.
A Lei 433, de 5 de agosto de 1896, criou o distrito de paz de Jaguari, pertencente a Mogi Mirim. Pelo Decreto-lei 14 344, de 30 de novembro de 1944, foi acrescido, ao nome do distrito, o sufixo de origem tupi "una", que significa "preto". Em 30 de dezembro de 1953, a Lei 2 456 tornou Jaguariúna emancipada de Mogi Mirim, passando a constituir um município autônomo.

Estação 1915Nossa história, nosso povo!

A história de Jaguariúna remonta aos tempos do antigo Caminho dos Goyazes, quando por ali passaram bandeirantes, tropeiros e boiadeiros rumo a Goiás e Mato Grosso em busca de ouro. Desbravando os ermos, semearam pousos, entrepostos de provisões e lugarejos que, pouco a pouco, se transformaram em vilas e cidades. Jaguariúna é uma delas.
Das roças primitivas floresceram os engenhos de açúcar até meados do século XIX. A implantação de engenhos, tocados por mão de obra escrava, ajuda a alavancar o crescimento do lugarejo. A crise internacional do açúcar, em 1860, faz a cana entrar em decadência. Mas Jaguariúna iria conhecer um novo ciclo de desenvolvimento impulsionado pelo cultivo do café, o ouro negro dos fazendeiros, que na primeira metade do século XIX começou a substituir os canaviais pelos cafezais. Surgia assim uma nova elite brasileira, os barões do café, que iria reinar aqui, e em outros cantos do Brasil, até quase meados do século XX.

Das sesmarias a um trem para o futuro

No século XIX, o Coronel Amâncio Bueno, que herdara da família grandes extensões de terras férteis à margem esquerda do Rio Jaguary, doadas em sesmaria pelo rei de Portugal Dom João III aos seus pais, começa a gestar a urbanização desta que viria a ser uma nova e importante cidade paulista.
De olho no futuro, transforma parte das terras em colônias para abrigar imigrantes europeus, principalmente italianos, que para cá vieram no final do século XIX, em substituição aos braços escravos, constrói a Vila Bueno, que daria origem à cidade, e abraça os caminhos do progresso trazido pelos trilhos do trem.
O transporte sobre trilhos significou para muitas cidades a modernização puxada pelas locomotivas a vapor. Sinônimo de progresso no passado, a cidade não servida por estradas de ferro ficava à margem do desenvolvimento. Mas aonde chegavam as paralelas de aço que às ligavam à Capital, o progresso era garantido. Foi o que aconteceu com Jaguariúna onde se fincou estação ferroviária.
Assim, em 1875, a Cia Mogiana de Estradas de Ferro foi instalada na Vila Bueno, com a construção do ramal Campinas Mogi-Mirim, inaugurado pelo imperador D. Pedro II. Em torno da Estação surge um pequeno povoado que seria depois deslocado para um novo local, a Vila Bueno.

Cia Mogiana de Estrada de Ferro - Progresso na Região

Organizada em 1872, a Companhia Mogyana de Estradas de Ferro e Navegação (assim era o nome primitivo) fazia correr o seu primeiro comboio no dia 3 de maio de 1.875, puxado pela locomotiva “Jaguary”, levando cinco carros lotados de ilustres passageiros, inaugurando assim o seu trecho inicial, de Campinas a Jaguary, hoje Jaguariúna.

A 27 de agosto daquele ano era inaugurado o segundo trecho, de Jaguary a Mogy-Mirim, com trem especial, no qual ia o Imperador D. Pedro II, acompanhado do Presidente da Província de S. Paulo e outros ilustres.
Este trem regressou no dia seguinte a Campinas, atingindo a velocidade de 41 km por hora – grande velocidade para aquela longínqua época. (Fausto Pires de Oliveira, Elementos para a História de São Simão, edição do autor, 1975).

Do papel à Realidade.

Em 1894, o visionário Coronel Amâncio Bueno encomenda a primeira planta da cidade e manda erigir sua devoção em uma capela dedicada a Santa Maria, padroeira da cidade, em estilo gótico-bizantino, ambas de autoria do engenheiro Guilherme Giesbrecht. Um povoado cresce em torno da capela. O desejo do Cel. Amâncio, mais do que tijolos e cimento, edificou a nova cidade de Jaguariúna. Porque ela não existiria tal como se consolidou nos dias de hoje, não fosse o traçado urbano ainda que singelo encomendado por ele ao engenheiro alemão, que viera para o Brasil trabalhar na implantação de ferrovias, entre elas, a Companhia Mogyana de Estradas de Ferro.
Em 1894, a Vila Bueno ganha status de bairro do município de Mogi-Mirim. Batizada de Distrito de Paz de Jaguary deve sua origem às fazendas Jaguari (hoje Santa Úrsula), Florianópolis, atual Serrinha, e Fazenda da Barra. Em 30 de dezembro de 1953, Jaguariúna é elevada à categoria de cidade.

Locais históricos

Biblioteca Pública Municipal Adone Bonetti - Antigo Casarão Imperial de 1896
Rua Cândido bueno, 342
Centro Cultural de Jaguariúna – Antiga Estação da Estrada de Ferro Mogiana de 1947
Avenida Marginal, 600 Centro
Centro Cultural de Jaguariúna – Maria Fumaça Composição do início do século XX
Avenida Marginal, 600 Centro
Estação de Guedes
Bairro de Guedes
Fazenda da Barra
Bairro de Guedes
Fazenda Santa Úrsula
Bairro de Guedes
Fazenda Serrinha

Av. Marginal – Saída para Pedreira
Matriz Centenária de Santa Maria – 1894
Praça Umbelina Bueno
Ponte Pedro Abrucez Mogiana – 1880
Rio Jaguary - Centro
Pousada Vila Bueno – 1880
Rua Alfredo Engler, 184
Prédio da Secretaria da Educação
Avenida Marginal, 600 - Centro
Prédio do Banespa - final do século XIX
Rua Coronel Amâncio Bueno, 192 Centro
Casarão da Família Sayad arquitetura clássica – final do século XIX, início do séc. XX.
Rua Coronel Amâncio Bueno
Casarão dos Poltronieri - final do século XIX.



CAPA - EMPRESA HIDRELÉTRICA JAGUARI

A Empresa Hidrelétrica Jaguari foi uma iniciativa de Silvio de Aguiar Maya e sua família, que em 1912 inauguram a usina hidrelétrica de Macaco Branco, no rio Jaguari, próxima à cidade paulista de Pedreira. Os Maya possuíam vários empreendimentos no município de Pedreira, como olarias e a Tecelagem Santa Sofia. A energia gerada no Macaco Branco era distribuída para Pedreira e para o povoado de Jaguari, então pertencente ao município de Mogi Mirim e emancipado em 1953 com o nome de Jaguariúna. A operação da antiga Empresa Hidrelétrica Jaguari, que atendia os municípios de Jaguariúna e Pedreira, tornou-se a CPFL Jaguari.


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